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14-09-11 09:35
ABRH na Praça – 7ª Edição trouxe muitas novidades nas Oportunidades
Por ALEXANDRE PECONICK

Muito mais do que ter um emprego na mão (que poderia até vir a perder dali mais alguns meses adiante), as cerca de 35 mil pessoas que passaram no último dia 2 de setembro no Largo da Carioca, centro do Rio, por uma das oito tendas da 7ª edição do ABRH na Praça ganharam reais dicas e ferramentas de como manter-se “trabalhável” e competitivas em um mercado que muda a cada instante e delas muito exige não apenas em cursos ou preparações, mas, sobretudo, em atitude.



A Dança Circular foi uma das novidades de destaque que integrou o público nesta 7ª edição do ABRH na Praça



Por Alexandre Peconick (texto e fotos)
Fotos e Galeria de Imagens do site: Alinor Miranda

As 16 mil pessoas, por exemplo, que cadastraram on line ou entregaram seus currículos impressos (o número corresponde ao somatório) terão a oportunidade de serem chamadas para processos seletivos em qualquer uma das cerca de 1000 empresas existentes no cadastro geral da ABRH-RJ. Estas organizações receberão os dados coletados na tenda Entrega de Currículos, da Claro, SOS Computadores e Vagas, que contou com o apoio da Souza Cruz e Capemisa. “Consideramos que foi fundamental aqui podermos ter orientado pessoas de diversas idades e formações sobre como elaborar um bom currículo, se portar em entrevista ou até mesmo, se vestir; na verdade muitas pessoas ainda têm, por exemplo, sérias dúvidas ao preencher um currículo pela internet”, destacou Claudia Tinoco, diretora da ABRH-RJ responsável por esta tenda.

Currículo é a chave de entrada no mercado, mas é preciso a continuidade que atende pelo nome de “comportamento”. Certamente por isso, a equipe da ABRH-RJ organizadora desta edição programou atividades destinadas a provocar saudáveis reflexões na população.


A orientação sobre como fazer um bom
currículo continuou sendo uma atividade
bastante procurada neste ABRH na Praça

E uma das que mais chamou a atenção aconteceu por volta do horário de almoço de muita gente que passava em frente à tenda ABRH na Praça, onde foram oferecidas palestras e dinâmicas gratuitas. A consultora Sandra Mazzoni organizou o público nas chamadas “Danças Circulares” para que cada um fosse levado a perceber como este tipo de integração, que influencia o resultado da arte, também pode, definitivamente, impactar no trabalho de equipe dentro de uma empresa. O grupo de dança foi aumentando aos poucos e as pessoas realmente se mostraram empolgadas com os passos. A ação reuniu também um grande público para assistir aos diversos ritmos praticados.

Robson Santarém, Coordenador da 7ª edição do ABRH na Praça, que ajudou Sandra a engajar diversas pessoas na atividade, considera este um instrumento pedagógico fabuloso para se trabalhar e se confessou admirado pelo resultado inédito obtido com esta experiência no ABRH na Praça. Robson fez uma análise sobre a importância desta ferramenta também ser percebida em uma praça pública de intenso fluxo:


A dança contagiou os participantes do
ABRH na Praça

“Além de a gente se perceber e se alinhar no mesmo ritmo, nas diversas coreografias, a dança ajuda a pensar como nos colocamos nos relacionamentos, ou seja, se nos permitimos ouvir e sentir o ritmo do outro ou se impomos o nosso ritmo. O mais importante é a reflexão que vem após o momento da dança, ou seja, que analogia você faz entre esses passos e o dia a dia do trabalho. Há as duas dimensões. Se um erra pode comprometer todo o resultado da empresa, ou da dança, por outro lado, o todo que acerta a dança leva aquele único que errou a melhorar. A força do coletivo é muito maior do que a de um indivíduo. Conclusão: Se uma empresa está bem organizada, com uma cultura forte ela consegue contagiar o outro para que este entre no ritmo”, finaliza.

O valor de se planejar

Na dança dos micro e pequenos empresários, o SEBRAE RJ nunca perde o ritmo. Parceiro antigo da ABRH-RJ em seu evento de cunho mais popular a Coordenadoria de Ações de Empreendedorismo Individual trouxe este ano seus mais gabaritados consultores de marketing, finanças e mercado para orientar a formalização e o aprimoramento daqueles que tem um pequeno negócio, do vendedor de salgados ou de picolé, á costureira, ou ao construtor de websites, por exemplo.

“Hoje um dos grandes problemas do pequeno e micro empreendedor é a falta de planejamento junto com a falta de informação; o que buscamos explicar hoje aqui é que toda decisão tem que ser calculada, tem que ser medida, com o risco sempre planejado, para minimizar a margem de erros; afinal o nosso objetivo é o de que o micro e pequeno empresário continue crescendo e fomentando novos negócios”, explicou José Leôncio, coordenador da tenda e deste segmento no SEBRAE / RJ.


Ylana Miller deu dicas de empregabilidade
na Tenda ABRH na Praça (Largo da Carioca)
Ter um sangue empreendedor também foi, um dos pontos focados por Ylana Miller, Sócia Diretora da Yluminarh Desenvolvimento Profissional, na palestra gratuita “Dicas de Empregabilidade”. “Somos responsáveis por nossas escolhas; não temos que depender do mercado de trabalho”, aconselhou ela ao grande público presente.

Para que estas escolhas sejam bem feitas também é importante que cada um esteja ligado ás demandas do mercado de trabalho. Exatamente sobre este enfoque Fábio Ribeiro, Presidente da ABRH-RJ, concedeu entrevista ao Jornal das Dez, da Globo NEWS, ressaltando que as áreas de petróleo e gás,  construção civil e da tecnologia da informação são ainda as mais aquecidas de um mercado que pode encontrar muita gente interessada também em um dia de sol na praça pública.


Fábio Ribeiro, Presidente da ABRH-RJ,
em entrevista ao vivo ao Jornal das Dez,
da Globo News

Sobre Tecnologia da Informação, aliás, Jorge Avelino dos Santos, fez importante palestra na tenda Qualificação Profissional, do SESI/ SENAI-RJ. Ele alertou para um fato que muita gente não sabe: há cursos gratuitos no mercado, como os do SENAI com especialização em Administradores de Rede. “Esta é uma demanda que só tende a aumentar, atualmente é de cerca de 10 mil vagas por ano; contudo há muitas vagas ociosas, pois, por exemplo, as empresas buscam gente com certificação em Oracle e há pouquíssimo no mercado, em TI, quanto mais certificado você for, mais chances terá”, enfatizou. Na tenda foram distribuídos diversos folhetos sobre os cursos. As informações podem ser obtidas no site www.firjan.org.br/semduvidas .

“É um desafio sensibilizar o empresário”

Na Tenda ABRH na Praça, Wanda Quadra, Sócia Diretora da NW Consultoria e Desenvolvimento de Recursos Humanos, dizia aos jovens que buscam oportunidades nos projetos olímpicos de 2016 que não há tanto mistério e que o ideal é procurar fazer o que sabe de melhor, com a maior qualidade possível. Ao mesmo tempo em que na Tenda Qualificação Profissional o programa Enter Jovem tentava sensibilizar empresários a abrir espaços aos jovens que ainda não têm experiência profissional. “Embora o custo para o empresário que adere ao programa seja zero, sensibilizá-los é o nosso maior desafio”, admitiu Fátima Ribeiro, Coordenadora de Empregabilidade do Rio de janeiro do Enter Jovem, que se mostrou admirada com a diversidade de profissionais que circularam durante as oito horas do evento.

O Enter Jovem (www.enterjovem.org.br) é um programa desenvolvido em alguns estados do Brasil. No Rio de Janeiro ele está desde 2010, nas escolas públicas de ensino médio, atendendo jovens dos 16 aos 29 anos. Somente no primeiro semestre de 2011 quase 500 jovens foram beneficiados. Eles recebem 300 horas de aula, 200 de educação social, 100 horas de inglês. Ao final desse programa são preparados e inseridos no mercado de trabalho.

Aposentadoria pode ser início da realização de uma nova etapa de sonhos

E quem disse que planejamento é apenas coisa para os jovens ou para quem busca emprego?! Segundo Dulcinéia da Mata Ribeiro, Psicóloga e Gerontóloga, quem vai se aposentar, seja aos 55 ou 65 anos, deve se planejar com antecedência para o que vem depois, porque além da sociedade ainda demandar dessas pessoas, sua potencialidade ainda é muito grande para ser desperdiçada.

“Muita gente usa a carreira tradicional para ganhar dinheiro e depois de se aposentar formalmente vai trabalhar para ser feliz, realizar um sonho; outros, trabalharam no que gostaram, têm uma bagagem enorme e vão se recolocar no mercado como consultores, mas em um ritmo menos frenético; e um terceiro grupo, que têm uma estabilidade boa, o que não é a realidade da maioria, saem literalmente do mercado e vão investir nos seus hobbies; o principal é que todos continuem em uma atividade o tempo todo”, enfatizou Dulcinéia.

A consultora, que realizou palestra na Tenda Qualidade de Vida, informou que existem pesquisas indicando que caiu muito a longevidade das pessoas que se aposentaram e não foram fazer nada. “Alguns nunca tinham tido problemas de saúde, adoecem e morrem; pois ficam depressivos, bebem, comem e ficam na Internet demais”, revela a Gerontóloga. Uma realidade constatada é a de que as mulheres se aposentam muito mais facilmente do que os homens, pois elas têm mais atividades, se comunicam, em geral, mais. O homem é muito monofocado, dizem as pesquisas, segundo Dulcinéia. 

Violinista Péricles: escola da rua também desenvolve o talento


Péricles: talento lapidado nas ruas

Superfocado e no ritmo da inovação está um violinista de rua. Os intervalos entre as palestras gratuitas brindaram o público com a genialidade do “Violinista da Lapa, Péricles”, como ele revelou gostar de ser chamado. Carioca, 33 anos, veio de Madureira, terra do samba, mas sua música é eclética. “O que me deixa mais feliz, musicalmente falando, é sair da mesmice da música clássica, pois é normalmente esperado de quem toca violino que apenas apresente músicas clássicas; hoje faço eventos com bandas de reggae, rock, samba, pagode, MPB, só não toco funk, porque este é um ritmo falado e não cantado”, conta Péricles, que começou a estudar música aos quatro anos de idade e chegou a fazer curso em Londres (Inglaterra) com uma bolsa que ganhou.

Péricles toca nas ruas do Rio há 12 anos e revela adorar o desafio de duelar com os ruídos de carros, ônibus, britadeiras, apitos e buzinaços. “É preciso desenvolver um ouvido, ou uma audição absurdamente focada; é preciso esquecer quem está à sua volta, a experiência que ganhei na rua não troca por nenhum barzinho fechado”, garante ele.

As atrações culturais desta edição do ABRH na Praça envolveram o público no evento desde o seu início. A equipe Unicirco, do ator e produtor circense Marcos Frota, abriu o dia de atividades com apresentações de palhaços, engolidor de fogo, trapezistas, equilibristas e outros artistas que deixaram muita gente de olhos vidrados no que viria a seguir.


Os artistas da Unicirco, de Marcos Frota,
encantaram o público no ABRH na Praça

O óbvio precisa ser dito

Ouvir. Reflitamos sobre esta palavra. Pausa. O ex-jornalista e Diretor de Negócio da Unigranrio, Claudio Starec, ressaltou a importância desta palavra para o sucesso da comunicação. Ele alertou para o fato de que as novas tecnologias estão mudando a forma como estamos nos relacionando, mas que a importância da pausa para ouvir o outro ganha, por isso mesmo, muita importância. Não podemos nos render, segundo ele, apenas à velocidade que a tecnologia nos impõe. “Comunicação hoje é ir muito além apenas daquilo que é dito; mas aprendi, com o tempo, que o óbvio precisa ser dito; afinal, o óbvio só é óbvio para ouvidos e sentidos preparados”, analisa Cláudio ao explicar que precisamos, mais do que nunca usar a Comunicação para “afetar a intenção”.

Além do ouvir, outro termo que impacta com força no mercado é o da Mudança. Rosilene Ribeiro, Diretora de RH da Unigranrio, falou ao público sobre como desenvolver habilidades para lidar com as mudanças. “A habilidade para lidar com mudanças manifesta-se por meio de características que temos que ter, como o auto-conhecimento; precisamos saber o que genuinamente nos motiva, o que desejamos do fundo de nossa essência”, explicou ela ao definir que o mercado busca pessoas resilientes, ou seja, no significado físico do termo, “que verguem, mas não quebrem”, no significado de RH, “que suportem pressões”. Márcio Brito, Gestor de RH da Contax, também fez palestra gratuita com o tema “Você se Contrataria? Uma Reflexão sobre o Autodesenvolvimento”, também contribuindo para este “grande curso comportamental ao ar livre”.

 A Cruz de Malta é Social


Funcionários do Vasco divulgam os
projetos sociais e esportivos do clube
que fez sua estreia no ABRH na Praça

A edição 2011 do ABRH na Praça marcou a estreia do Clube de Regatas do Vasco da Gama e da Eletrobras, seu parceiro na Tenda Ação Voluntária. “Mostramos à população que o Vasco é um clube esportivo vitorioso, tem a intenção de continuar desenvolvendo os esportes olímpicos, mas não é só isso; nos preocupamos com a formação global do atleta como um ser humano e do ser humano em sua esfera profissional”, destacou José Pinto Monteiro, diretor de Responsabilidade Social e Esportes Olímpicos do Vasco. 

Além de falar sobre a escola que tem dentro das dependências de São Januário, os voluntários/colaboradores do Vasco e da Eletrobras divulgaram programas como o “Adolescente Aprendiz” e o “Mulheres na Construção Civil”, este, responsável pela capacitação e inserção no mercado de 370 mulheres de comunidades carentes do entorno do clube até novembro deste ano. Também estavam presentes na tenda do Vasco a Secretaria Municipal da Pessoas com Deficiência e o Conselho Municipal dos Direitos da Criança. “Divulgamos os programas de profissionalização para deficientes e repassamos às empresas os currículos deles”, informou Monteiro.

Levar benefícios às comunidades carentes também é um trabalho que vem motivando a Secretaria Municipal do Trabalho e Emprego (SMTE) da Prefeitura do Rio de Janeiro, que no ABRH na Praça montou, pela primeira vez, um posto de trabalho itinerante. Segundo o representante da Coordenadoria Geral do Posto de Trabalho Itinerante da SMTE, Pedro Cesar Duque Mendes, o trabalho de levar cidadania ás comunidades pacificadas e às não-pacificadas, por meio de registro de carteira de trabalho, 1ª e 2ª via de carteira de identidade, entre outras ações, tem contribuído significativamente para reduzir a massa de desempregados e excluídos. “Queremos oferecer mais oportunidades e ter estado no ABRH na Praça é um importante caminho para chegarmos ao objetivo”, assegura ele.

Sem Saúde não há "Recurso Humano"

As Tendas Saúde e Qualidade de Vida tiveram um papel também muito importante nesta edição do ABRH na Praça. Além da aferição gratuita da pressão arterial, foram oferecidas dicas para alimentação saudável como o primeiro e importante passo na prevenção das doenças silenciosas que muito impactam na população.

“Hoje o quadro de doenças crônicas originárias do fast food, como hipertensão e diabetes estão ocorrendo em uma prevalência muito grande; então a alimentação saudável é um dos estilos de vida para revertermos esse quadro e um evento como este em praça pública é muito importante para chamar a atenção das pessoas que normalmente não buscam essas informações”, afirmou Roseli Galvão, professora da Escola de Ciências da Saúde da Unigranrio, que, com uma equipe de estudantes de vários cursos desta área realizaram a divulgação da alimentação saudável na Tenda Saúde.


Rodrigo Campos, entre as enfermeiras
das UPAs, Débora Mendonça (à esquerda)
e Valeska Brandão (à direita)

Já na Tenda Qualidade de Vida palestras sobre temas de muita recorrência no dia a dia foram realizadas. O Dr. André Felipe Camelo, Fisioterapeuta e especialista em Atenção à Saúde do Trabalhador, Diretor da Equipe Saúde Plena (www.equipesaudeplena.com.br), realizou uma palestra que literalmente movimentou o público dando dicas sobre posturas corretas no dia de trabalho, seja no escritório ou mesmo para aqueles que carregam muito peso diariamente.

Aos que ficam trabalhando várias horas sentados orientou, por exemplo, para que fiquem próximos à mesa, com os braços apoiados nela. Isso ajuda a evitar os nódulos nos ombros, muito comuns em pessoas que trabalham em escritórios. Já para os que carregam, com frequência, muito peso sugeriu que ao se abaixarem para pegar algo no chão que dobre ao máximo os joelhos, jogando o peso sobre as coxas. “São dicas simples, mas muito importantes, que devem se tornar um hábito, até para evitar situações de afastamento das empresas e as dores chatas que nos desconcentram e estressam”, argumentou o Dr. André.

A diversidade de temas comprovou que a Saúde e a Qualidade de Vida são pilares importantes em qualquer trabalho de recursos humanos. Com a palestra de Débora Mendonça e Valeska Brandão, enfermeiras das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) ficou mais clara gente a importância deste projeto que ajuda a desafogar as imensas filas dos hospitais públicos . Elas esclareceram que em todas as 41 unidades das UPAs existentes até o fechamento desta reportagem o atendimento é padronizado e inclui o acolhimento, o cadastro, a classificação por risco e todos os procedimentos dos consultórios e da emergência. Nenhuma pessoas deixa de ser atendida.

O encerramento do evento aconteceu em grande estilo com a apresentação da peça “”Lição de Vida” pelo grupo Fanfarra Carioca. As frases marcantes do texto da peça, que mostra o protagonista que não aproveitou devidamente a vida, tentando enganar a morte, que o chama, foram as seguintes: “A vida é um barro bruto, mas quem é que vai esculpi-la? Vocês! Pensem no dom que têm de prolongá-la. Acreditem em vocês, na vida e no amor!”

Agradecimento especial

A 7ª edição do ABRH na Praça marcou também a qualitativa integração de um grupo harmônico de abnegados voluntários que dispuseram de seu precioso tempo em prol da população. São eles:


Alguns dos representantes da equipe
da ABRH-RJ que organizou o ABRH na Praça

• TENDA DA ABRH-RJ: Claudia Faria, Carla Marçal e Myrna Brandão
• Empreendedorismo: Geraldo Gonçalves, Cezar Kirzenblatt e Norma Suely
• Entrega de Currículo: Claudia Tinoco
• Portal da Ação Voluntária: José Pinto Monteiro e Luiz Fernando
• Saúde e Qualidade de Vida: Rodrigo Campos
• Qualificação Profissional: Isaque Farizel e Kelly Galego
• Trabalho e Emprego: Marcelo Senna

Um agradecimento especial também aos nossos patrocinadores (SESI/SENAI, SEBRAE RJ, Prefeitura do Rio, Souza Cruz, Eletrobras, Vascoda Gama e Capemisa) e aos apoiadores (Amil, Vagas, S.O.S Computadores, Claro, Bob´s, RIOVOLUNTÁRIO, Universidade Unigranrio e Ecad).

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